Bebado

Um homem chega a um bar e vê um vaso cheio de dinheiro no canto.

É claro que ele pergunta: Por que este vaso está cheio de dinheiro?

E o barman:

Bem, você paga R$10,00 e, se passar por três testes, então terá todo o dinheiro do vaso.

Quais são os testes? Primeiro pague. Esta é a regra.

Então o homem pagou ao barman os R$10,00 e este o colocou a

nota no vaso, com as demais.

Ok. Aqui está o que você deve fazer:

Primeiro: você tem de beber toda esta garrafa de tequila

apimentada, tudo de uma vez só e sem fazer nenhuma careta.

Segundo: há um Pitbull lá fora, com um dente ruim, que dói

muito. Você tem que arrancar o tal dente com as as próprias mãos.

Terceiro: há uma senhora de 90 anos, no segundo andar, que

nunca teve um orgasmo na vida. Você terá que fazer com que ela finalmente o tenha.

Não posso fazer tudo isso…é impossível!

Depois de algum tempo e de várias biritas, o homem perguntou:

Caadêê aaz tequillaahzz???

O garçom deu a ele a garrafa.

O homem a segurou com as duas mãos e entornou-a inteira, sem

fazer nenhuma careta, apesar das lágrimas que banhavam seu rosto.

Depois, levantou-se com dificuldade, olhou para todos, com

cara de valente, e saiu do bar em direção ao Pitbull.

Todos escutaram os latidos do cão, os gritos do homem, uma confusão infernal, até que o Pitbull uivou longamente, por 3 minutos e, de repente, um silêncio imenso pairou no ar… Todos pensaram que o homem havia morrido.

Repentinamente, ele entra no bar, todo arranhado, e pergunta:

E agora, cadê a véia do dente ruim?!?!?

O Paradoxo do Nosso Tempo – George Carlin

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das
rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame… se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado sempre.