Joãozinho

A professora pergunta para Joãozinho:
– Qual será sua profissão Joãozinho?
– Vou ser Engenheiro!
– O que o Engenheiro faz?
– Bebe cerveja, anda de moto e come a mulherada…
– Joãozinho! Vá agora mesmo para diretoria!
Depois de um bate-papo com a diretora Joãozinho vai para
casa e sua mãe pergunta:
– Porque chegou mais cedo meu filho?
– Porque eu falei que vou ser Engenheiro.. .
– O que o Engenheiro faz?
Bebe cerveja, anda de moto e come a mulherada…
– Joãozinho! Vá para o quarto agora!
Joãozinho fica de castigo, pensa, pensa e volta para falar
com a mãe.
– Mãe… então vou ser Engenheiro Júnior!
– O que o Engenheiro Júnior faz?
– Toma guaraná, anda de bicicleta, e bate punheta!

Pai cancela assinatura da VEJA e filho escreve um belo artigo

 

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A VEJA e o meu pai

Por Roberto Efrem Filho
Hoje, dia 10 de junho do ano de 2008, foi o dia em que meu pai cancelou a renovação da Revista VEJA. É bem verdade que há fatos históricos um tanto quanto mais importantes e você deve estar se perguntando “o que cargas d’água eu tenho a ver com isso?”. Não é nenhuma tomada de Constantinopla, queda da Bastilha ou vitória da Baia dos Porcos. É um ato de pequenas dimensões objetivas, realizado no espaço particular de uma família de classe média brasileira, sem relevantes conseqüências materiais para as finanças da Editora Abril, sem repercussões no latifúndio midiático nacional. A função deste texto, portanto, é a de provar que meu pai é um herói.

A Revista VEJA se diz assim: ”indispensável ao país que queremos ser”. Começa e termina com propagandas cujo público alvo é a classe média e, nela, claro, meu pai. Banco Bradesco, Hyundai, H. Stern. Pajero, Banco Real, Mizuno. Peugeot, Aracruz, Nokia. Por certo, a classe média – inclusive meu pai – dificilmente terá acesso à grande parte dos bens expostos na vitrine de papel. Não importa. Mais do que o produto, a VEJA vende o anseio por seu consumo. Melhor: credita em seu público-alvo, a despeito de quaisquer probabilidades, a idéia de que ele, um dia, chegará lá.

Logo no comecinho, na terceira e quarta folhas, estão as páginas amarelas da Revista. Nelas, acham-se as entrevistas com personalidades tidas como renomadas e com muito a dizer ao país. Esta semana a VEJA apresenta as opiniões de Patrick Michaels (?), climatologista norte-americano que afirma a inexistência de motivos para temores com o aquecimento global. Na semana passada, deu-se voz ao “jovem herói” Yon Goicoechea (?), um “líder” estudantil venezuelano oposicionista de Chávez e defensor da tese de que a ideologia deve ser afastada para que a liberdade seja conquistada contra o regime “ditatorial” chavista.

Não. Não é que a VEJA não conheça o aumento dos níveis dos mares, dos números de casos de câncer de pele, do desmatamento da Amazônia, da escassez da água e dos recursos naturais como um todo e de suas conseqüências na produção mundial de alimentos. Sim, ela conhece. Não. Não é que ela não saiba que um estudante não representa sozinho o posicionamento democrático de uma nação e que um governo legitimamente eleito não pode ser chamado de totalitário. Sim, ela sabe. Do mesmo modo que conhece e sabe da existência de diferentes opiniões (ideológicas, como tudo) sobre ambos os assuntos e não as manifesta. Acontece que isso ela também vende: o silêncio sobre o que não é lucrativo pronunciar.

Do meio pro final da Revista estão os casos de corrupção. Esta é a parte do “que vergonha, meu filho, quando isso vai parar?” dito pelo meu pai, com decepção na voz. A VEJA desenvolve um movimento interessante de despolitização nesse debate. Ela veste o figurino do combatente primeiro da corrupção, aquele sujeito que desvendará as artimanhas, denunciará os ladrões e revelará “a” verdade, única, inabalável. Com isso, a VEJA confere centralidade à corrupção no debate político, transformando a política em caso de polícia e escondendo o fato de que o seu próprio exercício policialesco é inerentemente político.

No fim, “todo político é ladrão” – menos os do PSDB, claro, todos “intelectuais” -, “política não presta”, o que presta mesmo é a Revista VEJA. A Revista é ainda permeada por textos de cronistas e colunistas. Estão, entre seus autores, Cláudio de Moura Castro, Lya Luft e Roberto Pompeu de Toledo. Todos dignos do título de “cidadão de bem”, conscientes e responsáveis. Evidentemente, todos de posicionamentos um tanto moralistas e um tanto conservadores. Difere-se deles Diogo Mainardi. Este, conhecido por chamar o Presidente da República de “minha anta” e por sua irreverência desrespeitosa e direitista, escancara a alma da VEJA. Mas não se engane. Não é Mainardi o perigo. São os outros.

Foram eles que meu pai um dia leu com respeito e é aquela auto-imagem que a VEJA quer – como tudo – vender. Sem dúvida a Revista VEJA é ainda mais que isso. Suas estratégias de persuasão vão muito além dos limites deste breve texto. Afinal, é ela a revista mais lida no país, parte significativa de um império da concentração do poder de informar. Seja nas suas “frases da semana”, nas quais há de costume as fotografias de uma mulher bonita dizendo bobagem e de um homem-autoridade falando coisa inteligente e importante, seja no fetiche da citação “eu li na VEJA”, faz-se ela um dos mais eficazes instrumentos de convencimento a favor da classe dominante.

Meu pai, por sua vez, é um trabalhador. Casado com Fátima, minha mãe, e pai também de Rafael, criou seus filhos com princípios que ele preserva como inalienáveis. Já votou no PT. Já votou no PSDB e mesmo no PFL (“porque foi o jeito, meu filho!”). Opõe-se a qualquer tipo de ditadura (conceito no qual incluía até pouco tempo o governo de Chávez: coisas da VEJA). Já se disse socialista, na juventude. É praticante da doutrina espírita desde menino. Discorda de mim em milhares de coisas. Concorda noutras. É um bom e sonhador homem com quem eu quero sempre parecer.

Hoje, ele cancelou a renovação da Revista VEJA, aquilo que para ele já foi seu meio de conhecimento do mundo, depois de chamar de “idiota” a entrevista daquele herói das páginas amarelas sobre o qual falei acima. Antes, havia criticado fortemente um artigo de Reinaldo Azevedo publicado na Revista, em que Azevedo falava atrocidades sobre Paulo Freire: “meu filho, veja que besteira esse homem está dizendo sobre Paulo Freire”.

Hoje, ele operou uma mudança nesta realidade tão acostumada à perpetuação do estabelecido. Hoje, para o mundo, como em todos os dias da minha vida para mim, meu pai é um herói.

Roberto Efrem Filho é mestrando em direito pela UFPE e filho de Roberto Efrem, a quem dedica este artigo.

Maluch faz 35 anos

 

Foto: Fiat Polska

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Naquele início dos anos 70, as maiores autoridades da República Popular da Polônia que haviam decidido comprar a licença dos italianos estouraram suas garrafas de champagne. O anúncio da assinatura do acordo havia sido feito 29 de outubro de 1971, com o primeiro-ministro Edward Gierek declarando que na Polônia finalmente seria fabricado o "samochód dla Kowalskiego", ou seja, o "carro para o Kowalski". Este carro popular seria o Fiat 126p, um veículo à gasolina, com motor de 2 cilindros e 594 cm cúbicos, torque de 23 KM, para quatro passageiros e em duas versões, um deles, do tipo Berlina. A licença seria paga com a exportação dos próprios automóveis.

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Um ano depois, em novembro de 1972, o pequeno automóvel foi a principal estrela da exposição na Praça Defilad em Varsóvia. A imprensa escreveu que, "Protótipo polaco do Fiat 126p, que iniciava uma era de massificação de motorização individual em nosso país foi realmente uma sensação”.

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Finalmente o Fiat 126p veio ao mundo, em 6 de junho de 1973, montado em Bielsko Biała com componentes italianos, mas motorizado na Polônia. Quando começou a sair da linha de produção, os polacos tinham que trabalhar dois anos, ou a totalidade dos salários de 24 meses, para conseguir comprar um daqueles veículos populares. Além disso, era preciso pagar antecipadamente e esperar uma longa fila de compradores. O preço era de 69 mil zł para o modelo básico. Contudo, no mercado o Fiat 126p chegava a alcançar 120 mil zł. A garantia de fábrica era de apenas seis meses. No final de 1975, uma segunda unidade da “FSM – Fabryka Samochodów Małolitrażowych” (fábrica de automóveis de pequena cilindrada) foi instalada na cidade de Tych. A produção atingiu seu máximo. De 1976, o Fiat 126p ("p" significando polaco) já era montado com 100 por cento de componentes fabricados na Polônia. Também em 1976, começaram a ser produzidos na versão com motor 650.

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Em 1980, os italianos encerraram a produção do Fiat 126 na fábrica de Cassino. Desde então a FSM da Polônia, passou a ser a única produtora e comercializadora do veículo na rede Fiat em todo o mundo. O carro de número 1 milhão saiu da linha de montagem em 1981. Quatro anos mais tarde saiu o número 2 milhões. O terceiro milhão foi produzido em 1993.

O nome Maluch, contudo, só apareceu em dezembro de 1996. Quanto foi introduzido catalisador (euro1) aquele pequeno veículo oficialmente recebeu o nome de Fiat 126 elx Maluch (de o menor dos menores).

 

Mas cmaluch24omo nem tudo são problemas mecânicos, a notícia que definitivamente entristeceria a todos os aficionados chegaria em 22 de setembro de 2000. Era então, anunciado o encerramento da produção do sonho de muitos polacos da década de 70. O último Fiat 126 Maluch de série limitada de mil unidades com o nome de Happy End na cor amarela saiu da linha de produção de Bielsko naquela mesma tarda. Esta última unidade está atualmente no Museu Fiat em Turim, na Itália. Uma outra unidade destas mil está no Muzeum Techniki de Varsóvia.

Entre os anos 1973 a 2000, as linhas de montagem de Bielsko-Biała e Tych produziram exatamente 3.318.674 unidades do Fiat 126p Maluch. Entre 1975 a 1992 foram exportadas 897.316 unidades. Na Itália, entre 1972 a 1980, foram produzidos mais 1.352. 912 Fiat 126.

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Entretanto, o “menor dos menores” continua a rodar pela Polônia e muitos países ao redor do mundo, infelizmente não no Brasil. Digo infelizmente, porque desde que cheguei na Polônia vivo repetindo para todos e para mim mesmo: ainda vou comprar um Maluch alaranjado e levar para Curitiba. Lá farei sucesso, foi deixar todos os taxistas com “raiva” e “inveja”, pois tenho certeza de que todos os passageiros vão preferir o “meu Maluch” aos potentes Volvo, BMW, Mercedes e Vectra. Mas isso ainda não aconteceu, não comprei o Maluch Laranja pela simples razão que o governo brasileiro impede a importação de produto usado e terminantemente veículo automotor que não seja através das próprias montadoras instaladas no país. E olha que é fácil comprar um aqui, em Cracóvia, simplesmente porque muitos polacos o detestam, alegam que é uma herança do período comunista. Por outro lado, há aquelas pessoas que chegam a dizer que o Maluch tem alma e por isso não se desfazem dele, ao contrário vivem aumentando suas frotas… Fazem coleção! Apesar destes fanáticos, ainda assim aqueles que odeiam vendem o simpático automóvel por até 500 zł, ou seja, algo em torno de 350 reais… E olha que ele faz 25 km com um litro de gasolina.

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Maluch e Iarochinski. Foto tirada por um transeunte, na Ulica Grodzka, logo em minha primeira semana de Cracóvia, há seis anos atrás.

Visite o site http://iarochinski.blogspot.com do jornalista Ulisses Iarochinski. Muita historia polonesa!

Bêbê nasce bêbado

A agência de notícias FrancePress distribuiu para o mundo uma notícia publicada hoje nos jornais internacionais. Na Polônia, a informação já tinha chegado ás páginas de jornal na segunda-feira. A nota foi sobre uma polaca, Monika K. de 38 anos, que deu à luz luz uma menina, a qual nasceu com 2,9 gramas de álcool por litro de sangue. Os médicos do hospital de Otwock, localidade na região metropolitana de Varsóvia, alertaram a polícia na segunda-feira sobre uma grávida bastante alcoolizada, que havia dado entrada no hospital. "Exame de sangue revelou que a mãe tinha 1,2 gramas de álcool em seu sangue no momento do parto", declarou a porta-voz da polícia de Varsóvia, Dorota Tietz.
A mãe pode ser condenada a até 5 anos de prisão por ter colocado em risco a vida e a saúde de sua filha, segundo a porta-voz. Alguns jornais brasileiros publicaram fotos junto com a notícia, mas percebe-se claramente que na foto estão japoneses e convenhamos, polaco não tem nenhuma semelhança com japonês, a não ser o fato que são seres humanos que pensam, como diria a célebre frase: penso logo existo. Mas parece que a polaca só existe, não pensa.

F I S C A L I Z A S S O N

Luiz Fuinha parou o caminhão na frente da loja do turco Mohamed e fala pra este:

– Seu Mamede, tem aqui um caminhão de arroz sem nota, o preço é metade, o siô aceita?

– Claro que Mamede aceita – e vira-se para o filho Caledinho, vai na esquina e se abarecer o fiscal vem correndo pra visá Babái

Começam a descarga e, no meio, aparece Caledinho:

– Babái!… Fiscal vem vindo!

– Bára tudo e volta carregar grita Mamede.

Chega o fiscal: – Venda grande não é seu Mamede?

– Ôh ôh, melhó venda de ano que Mamede feis…

– E isso aí tem nota?

– Ainda num tem nota borquê Mamede está esberando carregar bra ver quanto mercadoria quê cabe na caminhón… daí, Mamede tira nota…

– Não pode! A nota fiscal tem de ser emitida antes de carregar’

– Ah!… Antão bára tudo, que Mamede non qué broblema com Receita!…

– Volta descarregar tudo caminhón e guardar lá dentro do loja!’

Retrocesso Social

Caros amigos, colegas, companheiros de lutas contra o retrocesso social.

As produções de diversas marcas famosas no mundo, conseguem produtos de qualidade e a preços reduzidíssimos utilizando-se de mão de obra que podemos considerar como de trabalho “escravo”.
As imagens constantes da apresentação anexada nos dá um quadro para que não permitamos que nosso País ingresse no “surto econômico”, às custas de buscas de simetrias com países, como “china/índia…”.
Nossas respostas contra as propostas “neoliberais-globalizadoras” em nosso entendimento dão o equilíbrio necessário, à mantença e preservação dos direitos fundamentais assegurados à cidadania pela Carta Cidadã.
Vamos trabalhar com uma perspectivas de não se permitir o retrocesso social. A Flexibilização precarizadora das condições de vida, de trabalho, de salário.
O norte há que ser por uma economia de inclusão, com trabalho digno e condições laborais em meio ambiente respeitoso, equilibrado, livre de acidentes e de adoecimentos laborais.
Luiz Salvador – Presidente da ABRAT

10 Motivos para não se preocupar com sua feiura!

Se você também é feio de dar dó, não se desespere!
Seus problemas acabaram, há vantagens em ser feio…leia abaixo os 10 motivos para não se preocupar!
01 – Não somos enganados
Jamais uma viúva negra poderá nos dar o golpe. Nós feios temos um radar. Se alguma menina linda quiser ficar com um de nós e, em seguida, desejar ir para nossa casa, isso significa que algo está errado.
02 – Ninguém nos acusa
Nenhuma pessoa irá nos acusar de assédio sexual no trabalho. Isso é certo devido a lógica das circunstâncias.
03 – Ninguém duvida de nossas capacidades
As mulheres lindas são acusadas de saírem com os chefes para conseguirem escalar posições. Mas, se um feio "subir" na carreira, ninguém irá duvidar de sua capacidade para tal posto.
04 – Livre de extorsão
Muitos homens acabam pobres depois de se envolverem em um relacionamento. Impossível que a mesma situação ocorra com um feio. Ninguém vai querer se "arriscar" tanto.
05 – Somos incomparáveis
Não precisamos vencer o fantasma do corpo perfeito, pois ninguém irá se comparar conosco.
06 – Amor honesto
Depois de superar a primeira impressão, as brincadeiras e tudo mais, se alguém ficar apaixonado por um feio, pode ter certeza que este é o amor mais honesto de todos.
07 – Não esperamos na porta
Não precisamos esperar para entrar em um boliche, por exemplo. Nenhum segurança quer nos ter como companhia, eles logo nos mandam entrar.
08 – Somos atendidos rapidamente
Não sofremos com a burocracia estatal ou privada. Tal como vemos no item anterior, as pessoas nos atendem muito rápido.
09 – Podemos economizar
Se pararmos de brigar frente ao espelho e atirarmos a balança pela janela, terminamos com a angústia e economizamos uma grana.
10 – Salvamos o planeta
Os feios merecem o Prêmio Nobel da Paz. Dizem que aos 11 anos desapareci de casa e fui abduzido. Os extraterrestres me analisaram e disseram: "Se os humanos são assim, melhor pararmos de nos contagiar. Não convém invadir o planeta Terra". Nós salvamos a humanidade.

Chicotadas

 

Estavam na China um brasileiro, um americano e um argentino. Estavam bebendo na praça. Só que na China isso é proibido e eles foram pegos em flagrante. Presos, foram mandados ao Juiz pra receberem sua sentença.

O Juiz deu uma bronca enorme e disse que cada um ia receber 20 chicotadas como punição. Só que estavam em transição entre o ano do cão e o do rato, então cada prisioneiro tinha direito à um pedido:

– Você americano ! Seu país é racista, capitalista e eu odeio vocês, mas promessa é promessa! Qual o seu desejo, desde que seja não escapar da punição?

– Quero que amarrem um travesseiro nas minhas costas!

– Que assim seja!

E tome as chicotadas com o travesseiro nas costas. Lá pela décima chicotada o travesseiro cedeu e o americano levou 10 chicotadas.

– Sua vez argentino! Seu povo é muito arrogante e trapaceiro. Odeio vocês, mas promessa é promessa!! Qual o seu desejo?

– Que amarrem dois travesseiros nas minhas costas!

E assim foi. Lá pela décima quinta chicotada os travesseiros cederam e o argentino tomou 5 das 20 chicotadas. Mas ficou feliz porque passou a perna no americano!

Foi a vez do brasileiro.

– Ora, ora, você é brasileiro… povo simpático, bom de futebol, humilde… como eu gosto do seu povo você terá dois pedidos!!

– Bem, eu queria levar 100 chicotadas…

– Espantoso!! Ainda por cima é corajoso!! Seu pedido será realizado!! Qual é o próximo?

– Amarra o argentino nas minhas costas!!