Coisas de gaúcho

Um casal estava se preparando para ir a uma festa, à noite.

A mulher, então, deu ao Gaudêncio, mordomo gaúcho, a noite de folga, dizendo que eles voltariam muito tarde.

Como a esposa não estava se divertindo na festa, resolveu voltar para casa, sozinha.

Quando a mulher entrou em casa, encontrou o Gaudêncio sozinho na sala de jantar.

Ela o chamou até o quarto e virou para ele, usando um tom que ele sabia que deveria obedecer:

– Gaudêncio, eu quero que você tire meu vestido.

Ele tirou, suas mãos tremiam, e colocou o vestido cuidadosamente sobre a cadeira.

– Gaudêncio , agora tire minhas meias e minha cinta-liga.

Mais uma vez, ele silenciosamente obedeceu.

– Agora, Gaudêncio, eu quero que você tire meu sutiã e minha calcinha …

Olhar cabisbaixo, Gaudêncio obedeceu. Ambos respiravam profundamente, a tensão entre os dois aumentava. Ela então olhou

com severidade para ele e disse:

– Gaudêncio, se eu pegar você mais uma vez usando minhas roupas, você está despedido!!! Entendeu??? DES – PE – DI – DO.

Desbloqueio de celular

Depois de se destacar em relação à Claro com umprocesso de desbloqueio de aparelhos muito mais ágil, a Vivo acaba de ativar mais um serviço para seus clientes cadastrados no Vivo Online: o desbloqueio de telefones celulares pela internet.

Disponível dentro da opção “Meus Serviços”, o processo é totalmente automatizado. O cliente só precisa informar o IMEI do aparelho — basta digitar *#06# no celular —, informar sua marca e modelo e… pronto! Um código de 15 algarismos será gerado que, ao ser digitado, desbloqueia o telefone para uso em qualquer operadora.

O MacMagazine já apurou com a assessoria de imprensa que a novidade abrange todos os aparelhos comercializados pela Vivo, incluindo o iPhone 3G.

Outras operadoras oferecem o desbloqueio de aparelhos, mas apenas em pontos físicos. Na Claro e na TIM, o consumidor precisa ir a uma das lojas próprias da operadora, geralmente levando a nota fiscal da compra do aparelho, RG e CPF. A Oi, por sua vez, faz o serviço em quiosques criados especialmente para tal finalidade.

Sobre outro angulo

O Juvenal tava desempregado há meses. Com a resistência que só os brasileiros tem, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista.
Ao chegar no escritório, o entrevistador observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe perguntou:
– Qual foi seu último salário?
– "Salário mínimo", respondeu Juvenal.
– Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
– Jura?
– Que carro o Sr. tem?
– Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e um carrinho de mão!
– Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!
– Jura?
– O senhor viaja muito para o exterior?
– O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes…
– Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
– Jura?
– E lhe digo mais… O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
– Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
– Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.
– Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música.
– Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da noite a festa fervia.
A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.
E a banda tocava!
E o chopp gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.
Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.
Onze horas e cinqüenta e cinco minutos……..
Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela…
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Uma velha peidou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa
– Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
-Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
– Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
– Si, si, sim, so, so, sou eu…
A multidão não resistiu…
– OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!

– Telegrama para o senhor…
Juvenal não acreditava…
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d’água, ergueu a cabeça e olhou para todos.
Silêncio total.
Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava
– E agora?
Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava…
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:
 

– Mamãe morreeeeuuu! Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!

O crise financeira começou no bar do Ramalho!

Et, a crise financeira começou no bar do Ramalho!

Vou lhe explicar:

É assim:

O seu Ramalho tem um bar, na Cruz do Pilarzinho, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses (ET é um deles), todos bebuns e quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito e o aumento da margem para compensar o risco).

O gerente do banco do seu Ramalho, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, PQP, TDA, UTI, OVNI, SOS, INSS, FGTS, PIS, PQP ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Ramalho ).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da da Cruz do Pilarzinho não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Ramalho vai à falência. E toda a cadeia sifu.

Dai pra diante voce sabe o que aconteceu!

Abraços

Tadeu Zamoiski

Coxa do Cajuru