Inseminação artificial

Um fazendeiro, preocupado porque suas porcas não ficavam prenhas,ligou para o veterinário, que disse ao fazendeiro que era preciso fazer INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL.
O fazendeiro não tinha a menor idéia do que era isso, mas não querendo demonstrar ignorância, apenas perguntou como saberia se as porcas estavam mesmo prenhas, e o veterinário disse:- As porcas prenhas passam o dia mergulhadas na lama…O fazendeiro pensou e concluiu que na inseminação artificial, deveria ser que ele mesmo teria que emprenhar as porcas.
Colocou as porcas numa Kombi, foi para o meio do mato, transou com cada uma delas e voltou para a fazenda…Na manhã seguinte, viu que as porcas não estavam na lama e resolveu fazer tudo de novo…Colocou as porcas na Kombi, foi para o meio do mato,transou o dia inteiro com elas e voltou para a fazenda.
Na manhã seguinte, ele foi ver as porcas, e nada…
Elas não mergulhavam na lama.Então ele colocou as porcas na Kombi de novo, foi para o meio do mato,Transou várias vezes, com cada uma delas e voltou para fazenda. Na manhã seguinte ele estava exausto, nem conseguia levantar e pediu à mulher para dar uma olhada e ver se as porcas estavam mergulhadas na lama.
– Não,respondeu a mulher, estão todas na Kombi e uma delas não pára de buzinar..

Dicas de uma sexóloga

1 – Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria
que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 – O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 – Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm.
Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 – Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 – Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 – Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: ‘minha menstruação está atrasada..’

7 – Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 – O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 – Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem,
na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado?
Da próxima vez grite pra galera

10 – Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 – Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral.
Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida.
E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 – A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar.
Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua.
Espero que use copo descartável.

Escrito há alguns anos por um anônimo na Argentina

Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz,
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje,
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério,
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento,
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos,
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia,
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome,
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água,
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas,
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até ouvi-lo ganir naquela noite ao se afogar,
Eu não lembrava dos idosos
Até participar dos resgates,
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome,
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas,
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos,
Eu não ouvia rádio
Até ser ele que manteve a minha energia,
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias,
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto,
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora,
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração,
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo,
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos.
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão,
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele,
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio.
Graças a Deus!
Vamos começar de novo!

Joâozinho

O Joãozinho entra no quarto e pega seu pai colocando uma camisinha. Seu pai, muito embaraçado, tenta esconder a sua ereção e a camisinha, abaixando-se para olhar embaixo da cama. Joãozinho diz:
– O que você está fazendo, Papai?
O pai responde:
– Eu acho que eu vi um rato embaixo da cama. Joãozinho retruca:

– E o que você vai fazer, comer o cú dele?

Dar a segunda

Um grito alto vem do quarto escuro. O marido, que estava na sala assistindo futebol, entra correndo, acende a luz e vê um cara pelado pulando pra fora pela janela. A mulher grita:

– Aquele cara me comeu duas vezes!

O marido pergunta:

– Duas?> Por quê você não gritou logo na primeira vez ?

A mulher responde:

– Tava escuro… Eu pensei que fosse você… até que ele começou a dar a segunda…

A Consciência e suas questões fundamentais

Marco Antônio do Nascimento Sales

Especialista em Filosofia Contemporânea na UERJ

"O mundo fica mais perto de cada qual, não importa onde esteja. Criam-se, para todos, a certeza e a consciência de ser mundo e de estar no mundo, mesmo se ainda não o alcançamos em plenitude material ou intelectual. O próprio mundo se instala nos lugares, sobretudo nas grandes cidades, pela presença maciça de uma humanidade misturada, vinda de todos os quadrantes e trazendo consigo interpretações variadas e múltiplas que ao mesmo tempo se chocam e colaboram na produção renovada do entendimento e da crítica da existência. Assim, o cotidiano de cada qual se enriquece, pela experiência própria e pela do vizinho, tanto pelas realizações atuais como pelas perspectivas de futuro."
SANTOS, Milton O recomeço da história. In: Folha de S. Paulo, Caderno MAIS!, São Paulo, 09/01/2000, p. 10.
Dentre os vários conceitos que os pensadores nos deixaram,  não existe nenhum outro tão especial quanto os relativos à consciência de ser, e ainda, à maneira como o indivíduo se revela no mundo (estar-no-mundo).  Um está diretamente ligado ao seguinte, pois somos qualificados como homo sapiens,  ou seja, o ser que sabe que sabe, o ser que tem consciência da sua presença dentro do próprio mundo.
Sabedor desses fatos, o filósofo Friedrich Wilhelm Nietzsche, levantou 04 (quatro) questões fundamentais atinentes à consciência de ser no mundo no seu livro "Crepúsculo dos Ídolos", fazendo com que nós, seus interlocutores, possamos ter um momento de meditação e aprofundamento de vida. 
A primeira questão fundamental que Nietzsche coloca é a seguinte:  "Você corre à frente? – Como pastor ou como exceção? Ou  (terceira possibilidade) como fugitivo?"  Talvez, possa parecer que não haja muito sentido nessas palavras,  porém, se dermos asas à nossa imaginação, com certeza poderemos contemplar o que estas indagações  querem nos dizer.
A nossa existência é bem curta, logo os sabores da juventude passam e,  para que não olhemos para trás e sejamos pegos de surpresa pelo tempo,  faz-se mister que sempre estejamos à frente da nossa própria história, contemplando-a com firmeza e coragem, podendo vê-la como ela realmente é, sem máscaras ou maquiagem.
Contudo, para se dar conta disso (ter consciência de),  é necessário ao ser humano,  compreender e perceber como é o seu modo básico de ser no mundo, que segundo podemos ver  em Nietzsche são três: o modo de ser como pastor, o modo de ser como exceção ou o modo de ser como fugitivo.  
O modo de ser pastor é daquele que se dirige a si próprio (provisão é o seu nome), que sabe se conduzir, que tem a capacidade de guiar a sua vida aos pastos verdejantes e às águas tranqüilas; o modo de ser exceção, é daquele que coloca-se à margem da sua própria existência, aquele que procura sempre viver na dependência do outro (a história e o modo de ser do outro é sempre melhor do que o seu), aquele que não consegue se ver como autor e ator do script da sua vida, aquele cuja palavra chave para o seu viver é a exclusão; finalmente, o modo de ser fugitivo,  é daquele que apesar de se conhecer e saber o que pode fazer, opta em abraçar os medos e temores que o assaltam, com isso passa a correr, não à frente, mas correr da vida, fugir dela, buscar aquilo que muitos chamam de suicídio (evasão é a sua senha). 
Na medida em que se entende isso, somos levados à segunda questão fundamental colocada por Nietzsche,   qual seja: "És sincero ou só comediante? Representas algo ou és a própria coisa representada? – Por fim, talvez sejas apenas a imitação de um comediante…".   Aqui o filósofo alemão, procura tornar mais clara a percepção de si cada pessoa pode ter na sua existência.  Se a pessoa é sincera consigo mesma, se ela não tenta se enganar, se ela não representa, se ela consegue esclarecer para si  e viajar no seu próprio interior. Com certeza, esse indivíduo terá grandes possibilidades de ter consciência como é o seu modo de ser no mundo (pastor, exceção ou fugitivo) e, com isso, mudar e progredir.  Contudo, se a opção do sujeito for fazer de si mesmo uma grande piada, buscando com isso abafar os seus desafetos e desilusões, a tendência é prosseguir na cegueira e não resolver as suas pendências existenciais.
  Por essa razão,  Nietzsche prossegue na sua explanação,  dizendo: "És alguém que olha? Ou estende a mão?  – Ou desvia o olhar e se afasta?…".  Nesta terceira questão fundamental, é enfatizado que a pessoa consciente de si, que tem bem explícito o seu modo de ser na existência e, que procura sinceramente, ver a sua própria vida,  pode olhar e, em olhando, estender sua mão, mudar o seu ambiente, construir novas relações,  manter-se firme nos seus propósitos e ser solidária nas suas ações.   Quem não consegue se ver, segundo esta linha de raciocínio, não pode ver o outro ou, quando muito, caso veja, imediatamente, desvia o olhar e se afasta.   Esse redirecionamento do olhar,   essa atitude de repelir o que está sendo contemplado, é uma reação de pavor.  Quando uma pessoa desvia o seu olhar,  é porque vê na imagem alheia, os fantasmas horripilantes que aterrorizam a sua existência.  Como resolver isso?  Através da luz da consciência.  Dar-se conta de quem se é, buscando uma constante mudança, vendo e percebendo o seu modo de ser no mundo, eis a resposta.
Finalmente, Nietzsche conclui a sua ponderação, estabelecendo a quarta questão fundamental, quando fala: "Queres ir com os outros? Ou mais adiante? Ou caminhar só? … Importa saber o que se quer e quê se quer ." Não obstante a troca e o intercâmbio com as outras pessoas ser muito importante, é primordial ter em mente que só a própria pessoa tem o poder para modificar a sua existência.  Podemos ir com os outros,  podemos seguir mais adiante, mas ninguém, nem mesmo os nossos entes queridos, podem tomar a resolução mais acertada para a nossa vida individual.  O conselho do outro é importante, ajuda graciosa dos amigos é relevante. Contudo, somente a própria pessoa pode saber o que se quer e quê se quer,  ou seja, qual é o objeto do seu desejo e como fazer para alcança-lo. 
Deste modo, importa que tenhamos a cada dia, uma consciência clara e nítida de quem estamos sendo na nossa existência individual,  para que com isso,  possamos a partir desta consciência de si, modificar a nossa maneira de ser no mundo, a fim de que em fazendo assim, tenhamos uma perspectiva mais real e nítida de como são as pessoas e as coisas à nossa volta.   Certamente, essa postura diante da vida, poderá enriquecer o nosso cotidiano, tornando-nos pessoas realizadas e plenamente satisfeitas em existir.